Como Testes de Intrusão deixam de ser apenas prática técnica e passam a atuar como evidência regulatória, instrumento de gestão de riscos operacionais e pilar de sustentabilidade para Instituições de Pagamento no novo cenário do Banco Central.
Em 2026, a Segurança Ofensiva deixou de ser um tema restrito à área técnica e passou a ocupar um papel central na gestão de riscos, na governança e na sustentabilidade das Instituições de Pagamento (IPs).
Nesse novo cenário regulatório, os Testes de Intrusão, também conhecidos como Pentests, deixaram de ser apenas uma boa prática de segurança e passaram a funcionar como evidência objetiva de conformidade, especialmente após a consolidação do arcabouço normativo ocorrida em 2025.
O Banco Central deixou claro, direta e indiretamente, que conhecer o risco cibernético real é parte indissociável do risco operacional.
Continue esta leitura para entender como você pode transformar os Testes de Intrusão de obrigação regulatória em pilar de conformidade, sustentabilidade e vantagem competitiva para IPs de pequeno e médio porte.
Instituições de Pagamento operam hoje com:
Nesse contexto, os Testes de Intrusão tornam-se o principal mecanismo para validar se:
Evidências práticas esperadas pelo BCB
Com a nova exigência imposta pela BCB n° 538, as IPs devem evitar o erro comum de tratar o Pentest apenas como:
Esse modelo entra em choque direto com as resoluções que exigem gerenciamento contínuo de riscos, nas quais o risco deve ser identificado, monitorado e mitigado ao longo do tempo.
Pentests conduzidos dessa forma:
Evidências práticas esperadas pelo BCB
Ao analisar de forma integrada as resoluções de segurança cibernética, risco operacional e controles internos, a expectativa do regulador fica evidente.
A política de segurança não pode ser apenas declaratória. Ela precisa ser testada na prática.
Evidências práticas esperadas pelo BCB
Uma abordagem madura de Segurança Ofensiva trata o Teste de Intrusão como:
Nesse modelo, o Pentest deixa de ser técnico e passa a responder perguntas estratégicas:
Evidências práticas esperadas pelo BCB
IPs já autorizadas
Para instituições em operação, o BCB espera:
Aqui, os Testes de Intrusão periódicos demonstram maturidade operacional.
Evidências esperadas:
IPs em processo de autorização
Para instituições que buscam autorização, o olhar do regulador é diferente.
O Pentest assume o papel de:
Evidências esperadas:
As resoluções deixam claro que risco operacional inclui:
Pentests bem utilizados:
Evidências práticas esperadas pelo BCB
Em 2026, IPs mais maduras utilizarão Pentests para:
O Teste de Intrusão deixa de ser custo técnico e passa a ser evidência concreta de que a instituição conhece e gerencia seus riscos.
Evidências práticas esperadas pelo BCB
O novo arcabouço regulatório não exige total ausência de falhas. Ele exige consciência, teste e gestão do risco real.
Quando Testes de Intrusão são tratados como parte da Segurança Ofensiva estratégica, deixam de ser checklist e se tornam pilares de conformidade, sustentabilidade e confiança.
Reflexão: Na sua organização, o Pentest hoje é apenas uma exigência regulatória ou uma ferramenta real de gestão de risco?
Everton Adami atua apoiando líderes de tecnologia na mitigação e no gerenciamento de riscos cibernéticos em ambientes críticos e regulados. É fundador da Cloud4 e trabalha com foco em Application Security, Cloud Security, Pentest e Threat Intelligence, ajudando organizações a transformar segurança em capacidade prática de gestão de risco.
Na Cloud4, ajudamos fintechs e empresas reguladas pelo Banco Central a estruturar e operar processos de monitoramento e gestão de riscos cibernéticos, com foco em:
Se sua organização precisa avançar na conformidade com a BCB n° 538 e CMN n° 5.274 de forma pragmática e sustentável, esse é um bom ponto de partida para a conversa.
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Entenda também a importância de monitorar a Dark Web para sua estratégia de Segurança Cibernética.
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